Organização participou de debates sobre o futuro das áreas protegidas, comunicação para conservação e engajamento social, além de apresentar iniciativas desenvolvidas na Grande Reserva Mata Atlântica e em seus territórios de atuação

A SPVS (Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental) participou da UCBIO 2026 ao lado da Grande Reserva Mata Atlântica, iniciativa colaborativa que incentiva a proteção do maior contínuo bem conservado do bioma no mundo.
Considerado um dos principais encontros nacionais dedicados à conservação da biodiversidade e ao fortalecimento das Unidades de Conservação, o evento reuniu pesquisadores, gestores públicos, organizações da sociedade civil, empresas e profissionais de diferentes áreas para discutir caminhos para a conservação da natureza no Brasil.
Ao longo da programação, a SPVS compartilhou experiências construídas em mais de 40 anos de atuação na Mata Atlântica, especialmente no território da Grande Reserva Mata Atlântica, iniciativa que busca conectar conservação da natureza, turismo de natureza, desenvolvimento territorial e valorização das comunidades locais.
A participação da organização começou antes mesmo da abertura oficial da conferência, com contribuições para um painel dedicado às Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs) e aos desafios que essas áreas protegidas deverão enfrentar na próxima década. A discussão reuniu especialistas e representantes do setor para refletir sobre caminhos capazes de fortalecer a conservação em terras privadas no Brasil.
Durante o evento, a iniciativa da Grande Reserva integrou a programação da mini arena com o painel “Comunicação, mobilização e engajamento para conservar a natureza”, com a participação do coordenador de comunicação e parcerias estratégicas, Ricardo Borges.

A apresentação abordou o papel estratégico da comunicação na aproximação entre sociedade e biodiversidade, destacando a importância de transformar conhecimento em ação, fortalecer o senso de pertencimento aos territórios e ampliar o apoio às iniciativas de conservação.
Além dos debates, a SPVS manteve um espaço expositivo voltado à troca de experiências e à apresentação de suas Reservas Naturais e projetos desenvolvidos em seus territórios de atuação. O estande recebeu visitantes de diversas regiões do país interessados em conhecer iniciativas relacionadas à conservação da Mata Atlântica, restauração ecológica, proteção da biodiversidade, adaptação climática, segurança hídrica e desenvolvimento territorial.
A participação na UCBIO também proporcionou o fortalecimento de conexões com instituições, pesquisadores, gestores públicos e organizações comprometidas com a construção de soluções para os desafios ambientais contemporâneos.
“Para a SPVS, eventos como a UCBIO reforçam a importância da colaboração entre diferentes setores da sociedade em um momento em que a perda de biodiversidade, as mudanças climáticas e a necessidade de construir territórios mais resilientes exigem ações cada vez mais integradas”, destacou Clóvis Borges, diretor-executivo da instituição.
“Mais do que apresentar projetos e resultados, a participação da organização foi uma oportunidade para compartilhar aprendizados, ampliar parcerias e contribuir para o fortalecimento de uma rede nacional de pessoas e instituições que acreditam que a conservação da natureza é parte fundamental da construção de um futuro mais equilibrado, resiliente e sustentável”, concluiu Ricardo Borges.
Sobre a SPVS
Fundada em 1984, a Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) é uma das mais relevantes organizações conservacionistas do Brasil, com foco na conservação da Mata Atlântica. Atua com inovação, base técnica sólida e visão restaurativa do desenvolvimento, valorizando a natureza como ativo estratégico para o bem-estar humano e para a adequada gestão territorial.
www.spvs.org.br
Sobre a Grande Reserva Mata Atlântica
A Grande Reserva Mata Atlântica é uma iniciativa que reúne diversos atores para desenvolver ações de turismo sustentável na maior área contínua de Mata Atlântica do mundo, com cerca de 3 milhões de hectares conservados entre São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Reconhecida nacional e internacionalmente, promove o ecoturismo responsável, integrando patrimônio natural, cultural e histórico, e reforça o papel da conservação como base para o desenvolvimento do território. Os participantes compartilham a convicção que a preservação e a conservação da natureza são fundamentais para o equilíbrio do planeta e para as gerações futuras, e que o turismo pode ser uma atividade econômica positiva desde que realizada de forma responsável e sustentável.
Escrito por Claudia Guadagnin, assessora de imprensa da Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) e da Grande Reserva Mata Atlântica.
claudia@spvs.org.br/41. 99803-4948.




