Dia a dia do clube
O clube “Amigos do Verde”, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Castro Alves de Novo Hamburgo– RS. Envio para o Clube da Árvore as atividades de pesquisa proposta no material de 2009.


Dia a dia do clube
15 alunos do Programa Mais Educação e do Clube da Árvore da Escola Básica Municipal de Almirante Tamandaré de Blumenau – SC, de 6 a 9 anos, uniram a Matemática às Ciências, ao fazer a reciclagem do papel, com a professora Tamily Roedel. A atividade trouxe à tona a importância de reutilizar papéis usados, riscados ou amassados, na fabricação de novos, prontos para o uso. O projeto foi iniciado com a instalação das quatro lixeiras da reciclagem, feitas de papelão com as cores azul, vermelho, amarelo e verde. O papel picado foi pesado, calculada a quantidade de água, de papel que entrou e que saiu do processo. Além disso, foi confeccionado o “Puff de Garrafa Pet”, para aproveitar as garrafas armazenas na sala.








Dia a dia do clube
O clube “Protetores da Natureza”, da Escola Municipal de Ensino Fundamental 25 de Julho, Três Passos – RS. Envio para o Clube da Árvore as atividades de pesquisa proposta no material de 2009.


Dia a dia do clube
O Clube “Amigos da Natureza”, da Escola Básica Municipal Jardim do Lago, Chapecó – SC, enviou para o Clube da Árvore as atividades de pesquisa proposta no material de 2009.


Biodiversidade em jogo
Essa atividade tem como objetivo promover a reflexão sobre a problemática da conservação de áreas naturais, trazendo, ao mesmo tempo, a percepção da responsabilidade de cada um nessa tarefa. Além disso, estimula o trabalho cooperativo, como deve ser em uma escola.
Veja como é fácil aplicar:
Materiais necessários:
* Bexigas (2 para cada participante)
* Confetes
* Alfinetes
* Canetas coloridas para retroprojetor
Forma de realização:
1. Distribua duas bexigas para cada participante;
2. Solicite que encham as bexigas;
3. Peça para que cada pessoa escolha dois elementos da biodiversidade (árvore, flor, abelha, cachorro-do-mato, lobo-guará, etc.) e escreva um nome em cada bexiga;
4. Solicite 2 voluntários para atuarem como “vilões” e 3 pessoas para serem os “guardiões da biodiversidade”;
5. A função dos “vilões” é tentar estourar as bexigas, munidos com os alfinetes, enquanto os “guardiões da biodiversidade” devem tentar defendê-las dos ataques dos “vilões”;
6. As estratégias de defesa deverão ser acordadas previamente com o grupo. Não vale empurrão ou qualquer tipo de atitude agressiva. A defesa deverá ser realizada pela obstrução da passagem do “vilão”;
7. Os demais participantes terão como tarefa jogar as bexigas (ou os elementos da biodiversidade) para o ar, sem deixar que caiam no chão;
8. Os “vilões” poderão estourar tanto as bexigas que estiverem no ar, sendo equilibradas pelos participantes, como as que estiverem caídas no chão;
9. Os únicos que podem recolocar as bexigas no jogo depois que estiverem caídas no chão são os “guardiões da biodiversidade”;
10. Ao final, o orientador deve fazer o levantamento do número de bexigas que foram estouradas, comparando com o número de bexigas conservadas;
11. A reflexão final que o orientador da atividade deverá fazer deve ser direcionada à importância e ao papel da sociedade na conservação da biodiversidade. É fácil cuidar dela? Quem são os “vilões”? Quem são os “guardiões da biodiversidade“? Somente os “guardiões” tem a responsabilidade de zelar por ela?
12. O orientador pode discorrer sobre as causas da degradação da biodiversidade e discutir atitudes e comportamentos que cada pessoa pode ter para tentar minimizar esses impactos.
Dia a dia do Clube
A Escola Básica Municipal Almirante Tamandaré, Blumenau, Santa Catarina, com a professora Tamily Roedel, nas aulas de Ciências e Matemática. Com a participação dos alunos do 1º ao 9º ano que participam do Programa Mais Educação (Educação integral) e do Clube da Árvore. A trilha escolhida para a realização da atividade foi próximo a escola, em um local chamado “Gramão”.
Entre as atividades, destacam-se: a observação de samambaias, musgos, animais ou abrigo de animais, o chão da floresta, as folhas e flores, frutos e sementes, a presença de lixo, a medida de troncos finos e grossos das árvores e largura das folhas, a impressão de um tronco de uma árvore e escutar os sons da floresta.
Durante a trilha, os alunos fizeram descobertas maravilhosas, e puderam observar de perto mais detalhes do local que estavam. Viram que na entrada, havia muito lixo e que mais no interior, foi possível ver diferentes animais.
“Encontros com a natureza” é um pequeno livro. É uma seqüência de atividades a serem desenvolvidas em uma trilha, individualmente, em dupla ou em trio. Foi elaborado pelo professor Édson Shroeder, da FURB – Universidade Regional de Blumenau.





Mapa dos Sons
É uma atividade super divertida e ajuda os participantes a ampliarem a sua percepção auditiva, para que eles percebam os sons que os rodeiam. Eles conseguem até ouvir o som do vento, que normalmente passa despercebido das pessoas.
Materiais necessários:
• Folhas de papel sulfite branca – 1 para cada participante;
• Lápis, borrachas e pranchetas (pode ser pedaços de papelão – apenas um anteparo para que os participantes possam escrever).
Forma de realização:
A realização de atividades de sensibilização como estratégia pedagógica, oportuniza a vivência de situações e não apenas a transmissão de informações, favorecendo a aprendizagem significativa. Estas privilegiam a emoção, a essência humana como parte de um processo educativo baseado em valores humanistas de cooperação, respeito, solidariedade, entre outros, para uma ação diferenciada frente aos problemas ambientais que estamos vivendo.
As atividades de escuta dos sons de maneira ativa, que possibilitam a percepção de forma integral dos sons e mensagens que permeiam a nossa vida cotidiana, propiciam a escuta ativa e sensível pelos participantes. Esta requer o reconhecimento de que estamos rodeados por diferentes sons naturais e produzidos, inclusive nas grandes cidades, onde muitas vezes são percebidos apenas como poluição sonora e não como mensagens do próprio ambiente. Outro aspecto favorecido por este tipo de atividade é o de propiciar uma atitude de respeito e aprendizagem quanto a saber ouvir outra pessoa, fator este primordial para uma boa convivência humana.
1. Distribua para cada participante uma folha de papel tamanho A4 ou ofício em branco com um “x” marcado no centro.
2. O facilitador deve explicar aos participantes que a folha é um mapa e o “x” indica onde cada pessoa está sentada.
3. Os participantes então deverão procurar um local onde possam se sentar sem ser perturbados e a cada som que ouvirem, devem fazer no mapa um sinal que identifique o som, indicando a direção e a distância de onde veio.
4. Para fazer com que os participantes ouçam melhor, o facilitador pode apresentar a técnica de colocar as mãos em concha atrás do ouvido.
5. Os participantes devem permanecer fazendo o mapa por 5 a 10 minutos, dependendo da capacidade de concentração e interesse do grupo.
6. Ao final, os participantes podem comparar os seus mapas e o facilitador deverá abordar questões relacionadas aos sons da natureza, horários de cada som, bem como sobre as dificuldades existentes no ato de ouvir, seja a natureza ou as outras pessoas.
Dia a dia do Clube
O Clube “Eco-Amigos” coordenado pela professora Margaret Mocelini do Instituto Estadual de Educação Érico Veríssimo, Três Passos-RS.
O presente projeto visa transformar os espaços ociosos em jardins nativos na Entidade Escolar, utilizando-se técnicas de paisagismo e jardinagem, bem como, estudar os ambientes para adequar a disposição de cada atividade dentro dos espaços disponíveis, organizando assim, lugares harmoniosos para estudo e lazer.
Em seguida organizar as possibilidades de mudança nestes espaços estudados e levar junto ao grupo escolar este debate, para desencadear uma parceria em construção de uma melhor qualidade nos ambientes e assim unindo todos em prol de uma grande causa que é a construção de um ambiente prazeroso e de uma melhor qualidade de vida, buscando sempre a harmonia e a integração de todos em cada recinto analisado.
Resolvemos então, rever, observar e trabalhar estes espaços, fazendo dos ambientes em estudo um local de aconchego na relação aluno/natureza/ambiente escolar, juntamente com outros projetos já existentes na escola, colocando em prática estas ações ecológicas.
Tendo como objetivo: Transformar alguns espaços da escola, valorizando as áreas existentes para o processo de Educação Ambiental através da aplicação das atividades a fim de proporcionar o envolvimento e a conscientização do cuidado pelo ambiente.






Como moldar uma pegada em gesso
Moldar uma pegada em gesso é muito fácil!
O mais difícil é achar a pegada. Para isso, você tem que ficar muito atento, principalmente em áreas com solo úmido, como próximo a poças d’água, beira de rios, baixadas, etc.
Para fazer o molde, você vai precisar de:
* Tiras de cartolina (30 cm x 5 cm),
* Clips de papel,
* Água,
* Gesso em pó (pode ser o mesmo usado para construção civil),
* Jornais,
* Uma tigela velha,
* Uma colher velha,
* Uma pá de jardinagem ou de pedreiro,
* Uma escova de dentes velha.
Para moldar a pegada, então, faça o seguinte:
1) Escolha uma pegada bem nítida e coloque a tira de cartolina em volta dela, fechando-a com um clip. Para fixá-la bem, enterre um pouco a cartolina no chão.
2) Prepare o gesso: ponha um pouco de água na tigela velha e adicione o pó de gesso, mexendo bem.
3) Coloque o gesso no molde de cartolina e deixe secar durante cerca de 15 minutos.
4) Desenterre o molde de gesso e a lama à sua volta com a pá de jardim ou de pedreiro. Embrulhe o molde em jornal e levo-o para casa. Não mexa nele durante um dia, até solidificar bem.
5) Quando o gesso estiver bem duro, retire a cartolina e limpe a terra do molde com a escova de dentes velha. Só não coloque água, porque o gesso pode derreter.
6) O molde final será uma cópia exata da pegada!
Dia 5 de Junho, dia Internacional do Meio Ambiente. E daí?
Hoje, no dia internacional do Meio Ambiente, o que devemos pensar, sentir, fazer?
Não sei bem a resposta. Só sei que plantar árvores é muito pouco! O que sei é que olho pela televisão, nas ruas, na atitude das pessoas e vejo que a questão de meio ambiente é, no geral, tratada de uma forma banalizada. Todo mundo sabe, todo mundo fala, todo mundo vê… Fala-se sobre lixo, sobre poluir menos, sobre aquecimento global, sobre enchentes, secas, mas não se fala com o devido rigor de uma questão importantíssima, que causa grande parte dos problemas ambientais: a derrubada de florestas nativas em nosso país! Precisamos manter o que resta das florestas em pé!
E com isso, conservar toda a biodiversidade existente nos ambientes naturais. Isso garante que as relações entre os diversos elementos se estabeleçam e haja disponibilidade de recursos naturais para nossa sobrevivência: água potável, solo fértil, clima, alimento, remédios e muitos outros.
Você pode estar em qualquer lugar do Brasil e as notícias de desmatamento e desrespeito com os ecossistemas da sua região devem ser muito freqüentes, então conheça o que está acontecendo, participe de campanhas, entenda quais são os verdadeiros interesses dos ruralistas ao quererem mudar o código florestal brasileiro e derrubar mais florestas, veja o que seus candidatos estão propondo, veja como as empresas e o poder público estão agindo.
Se inquiete, não se satisfaça com as notícias da televisão, não deixe de plantar árvores, economizar energia, separar lixo, mas vá além! O planeta está precisando que as pessoas se preocupem realmente com ele e passem a ter atitudes mais conscientes.
Um dia do Meio Ambiente com muita reflexão e torço para que se sinta motivado para agir dentro das suas possibilidades.
Liz Buck Silva
Equipe Clube da Árvore

