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Diretoria do Complexo Pequeno Príncipe visita reserva da SPVS onde compensa emissões de operações para neutralizar emissões de carbono

Imagem daDiretoria do Complexo Pequeno Príncipe na Reserva da SPVS.

No fim de agosto, a diretoria do Complexo Pequeno Príncipe foi recebida pela equipe da Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS), para uma visita na Reserva Natural Guaricica, em Antonina, no Paraná, uma das três reservas que a entidade mantém no litoral do Paraná desde a década de 1990.  

A diretoria do Complexo visitou a área onde promove, voluntariamente, desde 2020, a compensações de suas emissões como corporação, a fim de contribuir para a mitigação da intensificação dos efeitos causados pelas mudanças climáticas. A primeira compensação do Complexo é referente ao ano de 2019, quando houve a emissão de 2.955,98 toneladas de CO2e. Para compensação das emissões, uma área de 10 hectares nas Reservas Naturais adotadas pelo grupo. Ainda em 2022, houve a renovação contratual desse processo, incluindo as emissões dos anos de 2020 e 2021. 

Além do cuidado de excelência a crianças e adolescentes, o Complexo desenvolve diferentes iniciativas que buscam evitar danos ao meio ambiente. Entre elas, ações voltadas para reduzir e compensar emissões de gases de efeito estufa (GEEs), propondo medidas de adaptação às mudanças do clima, baseadas na conservação da biodiversidade. Essa compensação é realizada em dez hectares de Mata Atlântica, localizados na Reserva das Águas, também localizada em Antonina. 

Durante o encontro, os profissionais do Hospital, Instituto de Pesquisa e Faculdades Pequeno Príncipe participaram de palestras sobre assuntos relacionados às alterações climáticas, percepções científicas, formas de compensação de emissões e atuação ambiental. O encontro proporcionou contato com uma trilha dentro da Reserva, forneceu conhecimentos mais aprofundados sobre espécies nativas recém-plantadas e árvores centenárias, e também possibilitou o plantio de mudas nativas da região. 

Imagem dos participantes em círculo na área aberta da Reserva.

“Nosso cuidado com as crianças e os adolescentes é estendido para o meio ambiente. O Pequeno Príncipe é pioneiro em ações ambientais e realiza inúmeras iniciativas para a preservação, pois entendemos que essas ações são relevantes para o presente e futuro. A nossa parceria com a SPVS é muito importante e reforça o nosso compromisso com a questão ambiental”, destacou o diretor-corporativo do Complexo Pequeno Príncipe, José Álvaro da Silva Carneiro.

O diretor-corporativo do Complexo Pequeno Príncipe, José Álvaro da Silva Carneiro, plantando uma muda de árvore nativa da Mata Atlântica, na Reserva Natural Guaricica_Divulgação SPVS Clóvis Borges, diretor-executivo da SPVS reforça a importância da parceria. “No Brasil, nós temos uma vasta diversidade de biomas, inclusive aqui na Região Sul. Mas os desafios que enfrentamos para manter e proteger tudo isso é grande, como o baixo índice de desenvolvimento, a perda da biodiversidade global, as mudanças climáticas, entre outros. Por isso, ficamos muito felizes em ter o Pequeno Príncipe como nosso parceiro”.

Clóvis ainda destacou que o exemplo do Complexo Pequeno Príncipe colabora de forma determinante com a adesão de novas corporações na agenda da conservação e do combate ao aquecimento global. “O Complexo Pequeno Príncipe, que é uma referência internacional em suas atividades, proporciona iniciativas inovadoras também no que se refere à gestão ambiental, incentivando a sociedade em geral a buscar caminhos de excelência e de responsabilidade com o bem comum e a nossa qualidade de vida”, concluiu.

Grande Reserva Mata Atlântica  

A área visitada fica compreendida pelo território da Grande Reserva Mata Atlântica, que abrange 60 municípios, tem quase três milhões de hectares e mais de 110 unidades de conservação. A diretora-executiva do Hospital Pequeno Príncipe, Ety Cristina Forte Carneiro, participou da visita e agradeceu a parceria. “Nós nos sentimos uma organização irmã da SPVS, porque juntos cuidamos da conservação ambiental e da vida. Esta visita foi extremamente especial, desde a parte teórica, quando nos apresentaram os conceitos de biodiversidade e conservação, até o passeio pela reserva. Foi maravilhoso observar as diversas etapas da regeneração da floresta acompanhada de um guia local”, contou.

A Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) possui mais de 19 mil hectares de vegetação nativa, o equivalente a mais de 19 mil campos de futebol, nos municípios de Antonina e Guaraqueçaba desde a década de 1990. Entre as áreas de preservação estão a Reserva Natural das Águas – onde se encontram os hectares mantidos pelo Pequeno Príncipe –, Reserva Natural Guaricica e Reserva Natural Papagaio-de-Cara-Roxa, localizadas dentro da Grande Reserva Mata Atlântica. 

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Sobre a SPVS 

Desde 1984, a Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS) realiza ações voltadas à proteção do patrimônio natural no sul do país. É hoje considerada uma das mais representativas organizações especializadas no tema da conservação da biodiversidade no Brasil com foco no bioma Mata Atlântica, e suas atividades apresentam grande afinidade com a inovação e busca de atendimento a prioridades no campo da conservação.

Sobre o Complexo Pequeno Príncipe 

O Complexo Pequeno Príncipe é formado por três unidades – Hospital Pequeno Príncipe, a Faculdades Pequeno Príncipe e o Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe – que trabalham de forma integrada para promover saúde, educação, pesquisa, além de incentivar a arte, a cultura e a mobilização social. Tudo isso atendendo a estratégia de valorização da sustentabilidade ambiental da instituição. O Hospital, maior exclusivamente pediátrico do país, é pioneiro em ações ambientais e recebeu por três anos consecutivos o Prêmio Amigo do Meio Ambiente, além do Global Climate Award 2021 na categoria Energy Efficiency – SILVER (Eficiência Energética – Prata). E foi o segundo no país a compensar emissões de carbono. Centenário, o Hospital atua na transformação de vidas por meio de atendimento com excelência técnico-científica e humanização e oferece desde consultas até tratamentos complexos, como transplantes de rim, fígado, coração, ossos e medula óssea e em 35 especialidades. Fundada em 2003, a Faculdades tornou-se uma das mais importantes instituições dedicadas exclusivamente ao ensino de saúde no Brasil. O Instituto, inaugurado em 2006, teve Edson Arantes do Nascimento – o Pelé – como padrinho, que empresta o nome e prestígio à instituição. A unidade desenvolve pesquisas para descobrir métodos de diagnóstico e cura para doenças complexas.

Assista ao vídeo do dia do encontro:

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