Segundo encontro do Programa reuniu gestores de Unidades de Conservação e algumas instituições parceiras para iniciar a revisão do planejamento estratégico e fortalecer uma visão territorial conjunta sobre os próximos passos da conservação no litoral paranaense
Entre os dias 12 e 14 de agosto, a SPVS participou do segundo II Encontro Presencial do Programa Biodiversidade Litoral do Paraná, realizado no Ekôoa Park. A agenda reuniu principalmente gestores de Unidades de Conservação do litoral do Paraná, e contou com a participação de alguns coordenadores de projetos, lideranças estratégicas de instituições participantes envolvidos na iniciativa para um momento de avaliação e troca de experiências, a fim de iniciar as tratativas sobre a revisão do planejamento estratégico do Programa.
Ao longo dos três dias, os participantes revisaram os avanços alcançados até o momento e discutiram estratégias para ampliar o impacto do programa no território, fortalecendo a atuação conjunta em favor da conservação da biodiversidade, tendo como foco o fortalecimento das Unidades de Conservação (UCs) do litoral paranaense.
Para Rodrigo Condé, coordenador de projetos da SPVS, um dos principais resultados do encontro foi a percepção de que o Programa está mais fortalecido e de que há, atualmente, maior clareza sobre suas potencialidades e sobre o impacto que pode gerar no território.
“O Programa Biodiversidade Litoral do Paraná tem a capacidade de seguir fortalecendo as Unidades de Conservação do território por muitos anos. Isso pode contribuir para melhorar a gestão das UCs, aumentar a arrecadação por meio do ICMS Ecológico, gerar empregos verdes e beneficiar a sociedade como um todo”, destaca Condé.
Uma rede cada vez mais fortalecida
O encontro também evidenciou a importância da articulação entre diferentes atores para garantir resultados duradouros para a conservação no futuro. Para Condé, essa perspectiva de longo prazo é justamente uma das maiores potencialidades do Programa.
“Eu vejo o Programa como um fundo permanente no território, capaz de arrecadar e agregar cada vez mais recursos para seguir apoiando, por muitas décadas, as Unidades de Conservação do litoral. E que também possa servir como exemplo a ser replicado em outros locais do país.”.




